O centro histórico, a pé

O centro de Guimarães é Património Mundial da UNESCO desde 2001, e percebe-se porquê ao fim de dez minutos: ruas estreitas de granito, varandas de madeira, largos que aparecem de repente.

Comece pelo Largo da Oliveira e pela Rua de Santa Maria, que liga o centro ao castelo. É tudo a andar — o carro fica onde ficar e não faz falta.

O castelo e o Paço dos Duques

O Castelo de Guimarães e o Paço dos Duques de Bragança ficam lado a lado, no alto da cidade. É ali a muralha com a frase que toda a gente fotografa: Aqui nasceu Portugal.

Guimarães foi Capital Europeia da Cultura em 2012, e boa parte do que se vê hoje no centro vem do trabalho feito à volta dessa data.

A montanha da Penha, acima da cidade

A Penha fica mesmo por cima de Guimarães e sobe-se de carro ou de teleférico. Lá em cima há mata, penedos enormes e a vista sobre a cidade e o vale.

É o programa certo para o fim da tarde do segundo dia, quando as pernas já não querem mais calçada.

Uma tarde entre vinhas

A dez minutos de carro do centro histórico, a paisagem muda: acaba o granito e começa a vinha. A Região dos Vinhos Verdes começa aqui — Gominhães, onde fica a Quinta Picouto de Cima, é na sub-região do Ave.

Uma prova de vinhos na quinta demora cerca de hora e meia, com passeio pela vinha, visita à adega e uma tábua de queijos, enchidos e pão. É conduzida por um membro da família, e não por pessoal que muda de visita para visita. Se quiser saber ao que vai, leia primeiro o que é o vinho verde.

Onde dormir em Guimarães e à volta

A cidade tem hotéis no centro, mas quem quer o Minho a sério dorme fora dela. A Quinta Picouto de Cima tem uma casa rural para até oito pessoas, rodeada de vinha, e dois lugares para autocaravanas virados para as videiras.

Dez minutos separam-na do centro histórico — perto o suficiente para voltar à cidade ao jantar, longe o suficiente para acordar em silêncio.